Participar de atividades sociais também exige uma postura adequada do profissional.
por Nelson Fukuyama
É inteligente observar que também durante o final de semana, ainda que esteja fora do ambiente de trabalho, o Profissional deve também ficar atento com a sua postura. Nenhuma organização deseja estar vinculada a alguém que possa manchar a sua reputação em qualquer sentido ainda que em momentos de lazer.
Não fica bem para um Profissional, por exemplo, se comportar de maneira inadequada durante um happyhour, especialmente se ali estiverem colegas de trabalho. Pode ser que o uso excessivo de uma bebida qualquer faça uma pessoa se extravasar suas emoções, fazendo com que ela fale mais do que devia sobre a organização, sobre seus superiores, sobre seus colegas de trabalho e também, e pior, falar sobre possíveis segredos da organização que não deveriam ser revelados a ninguém. Mais feio ainda poderá ficar a situação se começar a "dar em cima" de algum colega de trabalho. Ainda que aparentemente ninguém sabe o que pode ter acontecido depois do happyhour uma situação dessas poderá provocar comentários e fofocas no futuro.
Quem frequenta um clube também deve estar atento com o que e com quem conversa. Precisa lembrar que em um ambiente de clube há muitos daqueles que estão lá para ouvir novidades de quem tem para contar algo sobre o que rola no mundo dos negócios. Muitas organizações incentivam seus colaboradores a frequentarem clubes e associações bancando as suas participações. Entre uma bebida e outra e durante um passeio de escuna, é bom ficar esperto com as conversas bem como com o comportamento com as demais pessoas presentes.
Praticando ou assistindo a alguma atividade esportiva o Profissional deve também manter a postura adequada. Ao participar de um jogo de futebol, por exemplo, fica muito estranho ver os participantes berrando com os seus colegas de time e mais ainda quando partem para a ofensa física. Imagine como será o comportamento dessas pessoas dentro do ambiente de trabalho? Talvez também não seja bem visto um Profissional se transformar quando estiver torcendo pelo seu time de futebol preferido, brigando com as demais pessoas presentes por causa de um lance infeliz de um jogador ou de uma marcação infeliz do juiz da partida.
Ir à praia ou ao campo para participar de alguma atividade merece atenção. Há lugares em que os costumes podem ser diferentes daqueles do seu dia a dia, e, portanto, não custa nada respeitar as demais pessoas ali presentes, evitando comentários e especialmente as piadinhas sobre pessoas e costumes que possam gerar algum tipo de polêmica e incidentes.
Participar de festas familiares ou de pessoas próximas é outro assunto que merece atenção. Festas infantis geralmente costumam ser preparadas para crianças. Adultos vão para encher o espaço e nem sempre permitem um relacionamento adequado entre as pessoas. Tem gente que gosta de ir para se mostrar, como dizemos. Levam para esses momentos toda a sua pose e mania de grandeza apesar de que há também casos contrários.
Portanto, beba com moderação, ou se possível, não beba. Como diz o alerta social, se for dirigir, não beba. Se for falar, fale o extremamente necessário, especialmente se for tratar de assuntos que possam ser confidenciais para a organização para a qual trabalha. Se for participar de alguma atividade esportiva, ainda como torcedor, contenha-se. Se for participar de alguma atividade social, faça menos pose, seja mais amigável com as pessoas. Lembre-se que você é um Profissional importante para sua organização. Faça sempre o possível para deixar uma boa imagem sua e que você é um representante digno da sua organização.
Nelson Fukuyama é Editor Chefe do portal Dicas Profissionais e Diretor da Yama Educacional. Todas as suas matérias refletem as suas experiências profissionais presenciadas durante anos como consultor e executivo de empresas nacionais e multinacionais.
Fonte:http://www.dicasprofissionais.com.br/default.asp
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Trabalhador temporário e seus direitos
Com as proximidades do final do ano e o aumento do poder aquisitivo dos brasileiros, diversas empresas iniciam neste período as contratações temporárias para atender a demanda do consumidor. Para o Natal de 2010, foram contratados 140 mil funcionários temporários que segundo a Assertem (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário), desses 39 mil foram efetivados.
O comércio ainda é o grande impulsionador do aumento das contratações, sendo responsável por 98 mil temporários. Para este ano, a Assertem aponta que as contratações serão 5% a mais que no ano passado, continuando no comércio a maioria das vagas preenchidas pelos trabalhadores, com 70%.
Além do Natal, outras comemorações como Dia das Mães e Páscoa, oferecem oportunidades para quem procura serviços temporários. No entanto, essa categoria de emprego atende uma necessidade transitória, pois esses trabalhos “extras” possuem requisitos legais que diversos empregadores e empregados desconhecem.
Alguns contratantes tratam os trabalhadores temporários como se os mesmos tivessem fazendo “bico” e com isso, ao finalizar o trabalho, o empregado poderá ajuizar uma ação judicial porque inexiste contrato estipulado entre a empresa e o temporário para reconhecimento do vínculo empregatício e demais direitos trabalhistas a que tem direito.
O trabalho transitório tem como prazo máximo três meses, sendo assim, após o período, o empregador deve contratá-lo ou demiti-lo. Além disso, o trabalhador possui direitos legais estabelecidos na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).
O colaborador transitório deve seguir jornada de 8 horas, férias proporcionais, 13º proporcional, horas-extras, seguro de acidentes de trabalho, benefícios da previdência social, FGTS e ainda receber o provento igual dos funcionários da mesma categoria.
Fonte: http://www.clubedorh.com.br
O comércio ainda é o grande impulsionador do aumento das contratações, sendo responsável por 98 mil temporários. Para este ano, a Assertem aponta que as contratações serão 5% a mais que no ano passado, continuando no comércio a maioria das vagas preenchidas pelos trabalhadores, com 70%.
Além do Natal, outras comemorações como Dia das Mães e Páscoa, oferecem oportunidades para quem procura serviços temporários. No entanto, essa categoria de emprego atende uma necessidade transitória, pois esses trabalhos “extras” possuem requisitos legais que diversos empregadores e empregados desconhecem.
Alguns contratantes tratam os trabalhadores temporários como se os mesmos tivessem fazendo “bico” e com isso, ao finalizar o trabalho, o empregado poderá ajuizar uma ação judicial porque inexiste contrato estipulado entre a empresa e o temporário para reconhecimento do vínculo empregatício e demais direitos trabalhistas a que tem direito.
O trabalho transitório tem como prazo máximo três meses, sendo assim, após o período, o empregador deve contratá-lo ou demiti-lo. Além disso, o trabalhador possui direitos legais estabelecidos na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).
O colaborador transitório deve seguir jornada de 8 horas, férias proporcionais, 13º proporcional, horas-extras, seguro de acidentes de trabalho, benefícios da previdência social, FGTS e ainda receber o provento igual dos funcionários da mesma categoria.
Fonte: http://www.clubedorh.com.br
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Entrevista de emprego: por que você deve ser contratado?
Especialistas afirmam que a melhor resposta tem que aliar realizações profissionais com o cargo pretendido
Perguntas como ”por que devo contratar você” ou “por que você é melhor que os seus concorrentes?” são parecidas com a pergunta do título e recorrentes nas entrevistas de emprego. O candidato tem que estar ciente que o entrevistador só quer saber de uma coisa: se você realmente é a pessoa ideal para a vaga.
Lea Federmann, recrutadora do setor Construção e Infra-Estrutura e sócia da 2GET, explica que a instrução é clara, o candidato tem que brilhar aos olhos do entrevistador. Na hora de responder, ela afirma que a resposta pode custar uma contratação.
Confira abaixo, as recomendações dos especialistas:
Preparação
Antes de qualquer entrevista de emprego, uma pesquisa prévia sobre a empresa e sobre sua experiência profissional é indispensável. Para os especialistas, esse ponto deve ser constantemente lembrado pelos candidatos.
“Existem pessoas que chegam à entrevista despreparadas e não sabem se vender. Não é porque teve uma atuação generalista durante toda a carreira que pode falar ‘faço de tudo um pouco’”, explica Lea.
Para Gerson Correia, sócio da Talent Solution, é visível quando o candidato não se preparou. “Um profissional despreparado é inseguro e não consegue mostrar para o entrevistador quais são os seus diferenciais”, diz.
A pesquisa, entretanto, tem que ir além dos valores e da missão da empresa. Rafael Souto, CEO da Produtive, explica que o candidato tem que coletar informações do mercado, do histórico da empresa e pensar em longo prazo como ele poderá contribuir com suas competências.
Lea lembra de um profissional que diante dessa pergunta, disse que gostava do desafio do empreendedorismo e detalhou sobre a última experiência, que foi um trabalho com startups. Por que ele acertou? “Ele justificou as afirmações com informações sobre ele e sobre o cargo. Como a vaga tinha relação direta com startups, ele foi o escolhido”, conta ela.
Construção da resposta
Segundo especialistas, para responder bem a essa pergunta, o candidato precisa ter capacidade de síntese, percepção e noção do que já fez e o que ainda pode fazer. Para Lea, o entrevistador quer saber informações práticas, ou melhor, sobre como o profissional “põe a mão na massa”.
“Quando faço essa pergunta, espero que a pessoa seja consistente com aquilo que está falando, tenha auto confiança e um brilho nos olhos”, explica Correia.
Para Souto, a melhor linha de raciocínio é conectar a experiência e os feitos com a oportunidade. “Se o candidato vai entrar na área financeira, citar exemplos de atividades que foram realizadas e que combinam nessa área é um bom direcionamento”, diz.
Fique longe
Frases repetitivas não são bem vistas. Para quem está acostumado a fazer várias entrevistas, respostas formatadas como ‘quero um desafio diferente’ ou ‘você deve me contratar porque sou muito esforçado’ não acrescentam nada.
“Esse é o erro mais comum, pois a resposta fica vazia e subjetiva. A autopromoção não deve ser feita somente com frases carregadas de adjetivos”, afirma Souto. Para ele, o profissional tem a falsa impressão de que está atendendo às demandas da pergunta, mas não está.
Para Correia, a prolixidade faz com que o candidato dê muita volta e retome a assuntos que o entrevistador já sabe. E é um erro constante. Lea afirma que com o mercado aquecido, alguns candidatos são prepotentes, pois acreditam que a empresa tem de contrata-los somente pelo seu currículo.
Fonte: http://www.clubedorh.com.br/
Perguntas como ”por que devo contratar você” ou “por que você é melhor que os seus concorrentes?” são parecidas com a pergunta do título e recorrentes nas entrevistas de emprego. O candidato tem que estar ciente que o entrevistador só quer saber de uma coisa: se você realmente é a pessoa ideal para a vaga.
Lea Federmann, recrutadora do setor Construção e Infra-Estrutura e sócia da 2GET, explica que a instrução é clara, o candidato tem que brilhar aos olhos do entrevistador. Na hora de responder, ela afirma que a resposta pode custar uma contratação.
Confira abaixo, as recomendações dos especialistas:
Preparação
Antes de qualquer entrevista de emprego, uma pesquisa prévia sobre a empresa e sobre sua experiência profissional é indispensável. Para os especialistas, esse ponto deve ser constantemente lembrado pelos candidatos.
“Existem pessoas que chegam à entrevista despreparadas e não sabem se vender. Não é porque teve uma atuação generalista durante toda a carreira que pode falar ‘faço de tudo um pouco’”, explica Lea.
Para Gerson Correia, sócio da Talent Solution, é visível quando o candidato não se preparou. “Um profissional despreparado é inseguro e não consegue mostrar para o entrevistador quais são os seus diferenciais”, diz.
A pesquisa, entretanto, tem que ir além dos valores e da missão da empresa. Rafael Souto, CEO da Produtive, explica que o candidato tem que coletar informações do mercado, do histórico da empresa e pensar em longo prazo como ele poderá contribuir com suas competências.
Lea lembra de um profissional que diante dessa pergunta, disse que gostava do desafio do empreendedorismo e detalhou sobre a última experiência, que foi um trabalho com startups. Por que ele acertou? “Ele justificou as afirmações com informações sobre ele e sobre o cargo. Como a vaga tinha relação direta com startups, ele foi o escolhido”, conta ela.
Construção da resposta
Segundo especialistas, para responder bem a essa pergunta, o candidato precisa ter capacidade de síntese, percepção e noção do que já fez e o que ainda pode fazer. Para Lea, o entrevistador quer saber informações práticas, ou melhor, sobre como o profissional “põe a mão na massa”.
“Quando faço essa pergunta, espero que a pessoa seja consistente com aquilo que está falando, tenha auto confiança e um brilho nos olhos”, explica Correia.
Para Souto, a melhor linha de raciocínio é conectar a experiência e os feitos com a oportunidade. “Se o candidato vai entrar na área financeira, citar exemplos de atividades que foram realizadas e que combinam nessa área é um bom direcionamento”, diz.
Fique longe
Frases repetitivas não são bem vistas. Para quem está acostumado a fazer várias entrevistas, respostas formatadas como ‘quero um desafio diferente’ ou ‘você deve me contratar porque sou muito esforçado’ não acrescentam nada.
“Esse é o erro mais comum, pois a resposta fica vazia e subjetiva. A autopromoção não deve ser feita somente com frases carregadas de adjetivos”, afirma Souto. Para ele, o profissional tem a falsa impressão de que está atendendo às demandas da pergunta, mas não está.
Para Correia, a prolixidade faz com que o candidato dê muita volta e retome a assuntos que o entrevistador já sabe. E é um erro constante. Lea afirma que com o mercado aquecido, alguns candidatos são prepotentes, pois acreditam que a empresa tem de contrata-los somente pelo seu currículo.
Fonte: http://www.clubedorh.com.br/
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
A cultura da liderança
Um dos maiores obstáculos entre sua meta e o alcance do seu objetivo é o apoio e respeito que você consegue dos outros. Para obter esse apoio é preciso desenvolver o hábito de construir boas relações com os seus superiores e subordinados.
Contudo, os modelos mentais vigentes conduzem a maioria dos comportamentos às criticas, às falhas e as limitações das pessoas. Encare esse tema da seguinte forma: um diretor depende de várias pessoas para executar suas instruções. Se elas não cumprirem essas instruções, o presidente da companhia concentrará sua atenção critica no chefe e não nos empregados.
Esse padrão vale para os vendedores que dependem dos seus clientes para
cumprir sua missão. Se as pessoas não receberem o apoio e o respeito devidos, elas não comprarão e o vendedor terá falhado. Igualmente, o diretor de um colégio que depende dos professores para levar avante o seu programa educacional; um político que depende dos seus eleitores; um dono da rede de varejo só consegue êxito se os gerentes e supervisores aceitarem sua liderança, que reflete nos consumidores que compram suas mercadorias.
Os novos padrões de liderança exigem que os comandantes consigam o apoio e o respeito dos seus liderados para atingir seus objetivos. Agora é tempo de perguntar: O que deve fazer um líder para conseguir apoio da sua equipe?
As pessoas que conseguem prosperar na vida pessoal e profissional detêm, além do conhecimento técnico, uma habilidade social bastante acentuada. E essa habilidade é a capacidade de construir.
O líder precisa aprender que seu poder de alavancar depende muito mais do respeito que devota à sua equipe e à capacidade de apoiar seus colaboradores do que da sua perícia técnica. Suas competências básicas são a delegação, a defesa da visão do futuro e o hábito de erguer seus colaboradores.
Note bem isso. Uma pessoa não é puxada para uma posição superior. Ela é elevada. Na prática, somos elevados pelos que nos conhecem como pessoas que transformam tudo ao seu redor.
A cultura de uma empresa é percebida através do comportamento de seus lideres. Os lideres conseguem o comportamento que mostram e toleram. Você muda a cultura de uma empresa mudando o comportamento de seus lideres. Você mede a mudança avaliando a mudança no comportamento pessoal de seus lideres e o desempenho de seu negocio.
Para construir uma organização que execute, o líder tem que estar presente para criar e reforçar o software social com os comportamentos desejados e diálogo consistente.
Finalizando essa reflexão, é preciso que os lideres fomentem a solidariedade, a amizade, o respeito, a afetividade e o amor como fatores fundamentais de humanização dos ambientes de trabalho.
E mais do que tudo, é preciso que os lideres aprendam a motivar seus colaboradores.
Fonte: http://www.clubedorh.com.br/
Contudo, os modelos mentais vigentes conduzem a maioria dos comportamentos às criticas, às falhas e as limitações das pessoas. Encare esse tema da seguinte forma: um diretor depende de várias pessoas para executar suas instruções. Se elas não cumprirem essas instruções, o presidente da companhia concentrará sua atenção critica no chefe e não nos empregados.
Esse padrão vale para os vendedores que dependem dos seus clientes para
cumprir sua missão. Se as pessoas não receberem o apoio e o respeito devidos, elas não comprarão e o vendedor terá falhado. Igualmente, o diretor de um colégio que depende dos professores para levar avante o seu programa educacional; um político que depende dos seus eleitores; um dono da rede de varejo só consegue êxito se os gerentes e supervisores aceitarem sua liderança, que reflete nos consumidores que compram suas mercadorias.
Os novos padrões de liderança exigem que os comandantes consigam o apoio e o respeito dos seus liderados para atingir seus objetivos. Agora é tempo de perguntar: O que deve fazer um líder para conseguir apoio da sua equipe?
As pessoas que conseguem prosperar na vida pessoal e profissional detêm, além do conhecimento técnico, uma habilidade social bastante acentuada. E essa habilidade é a capacidade de construir.
O líder precisa aprender que seu poder de alavancar depende muito mais do respeito que devota à sua equipe e à capacidade de apoiar seus colaboradores do que da sua perícia técnica. Suas competências básicas são a delegação, a defesa da visão do futuro e o hábito de erguer seus colaboradores.
Note bem isso. Uma pessoa não é puxada para uma posição superior. Ela é elevada. Na prática, somos elevados pelos que nos conhecem como pessoas que transformam tudo ao seu redor.
A cultura de uma empresa é percebida através do comportamento de seus lideres. Os lideres conseguem o comportamento que mostram e toleram. Você muda a cultura de uma empresa mudando o comportamento de seus lideres. Você mede a mudança avaliando a mudança no comportamento pessoal de seus lideres e o desempenho de seu negocio.
Para construir uma organização que execute, o líder tem que estar presente para criar e reforçar o software social com os comportamentos desejados e diálogo consistente.
Finalizando essa reflexão, é preciso que os lideres fomentem a solidariedade, a amizade, o respeito, a afetividade e o amor como fatores fundamentais de humanização dos ambientes de trabalho.
E mais do que tudo, é preciso que os lideres aprendam a motivar seus colaboradores.
Fonte: http://www.clubedorh.com.br/
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Você procura fazer a diferença?
Encontrei recentemente um antigo cliente que despertou um fato muito interessante e que merece ser compartilhado!
Há alguns anos atrás, realizava atendimento ao cliente, e me recordo de alguns casos marcantes, o que, aliás, muitos de vocês já devem ter ouvido ou vivido.
Não importa o tipo de atendimento, seja por telefone, seja por contato direto, seja em um processo de seleção! Em todos os momentos estamos lidando com o ser humano, e não há maior caixinha de surpresas, do que indivíduos com comportamentos diferentes, inúmeras maneiras de agir e reagir.
O atendimento que realizei com este cliente, foi por contato direto, e ele queria cancelar um serviço por mau atendimento do setor de suporte da empresa; e o meu trabalho era fazer com ele visse a empresa com “outros olhos”, e que optasse por continuar conosco!
Primeiro eu tinha que agregar valor à empresa, realizando toda minha argumentação com base no que podíamos oferecer de melhor! Só que existiu uma diferença:
- Não exerci o argumento papagaio!
Para elucidar; este atendimento é aquele “cala a boca” do cliente, onde só o operador fala! É uma sangria desatada em terminar a ligação no tempo de atendimento estipulado, e logo depois daquele monte de frases serem despejadas ao cliente, o operador apenas oferece uma cortesia e lhe dá o direito de dizer “sim” ou “não”, só que acabam esquecendo que o foco não é o término da ligação, mas o resultado final.
- Existiu foco no atendimento?
- O cliente foi atendido em sua necessidade?
- Este cliente foi fidelizado?
Ninguém aqui está dizendo que não devem existir regras em uma Central de Atendimento, mas será que o tempo médio de atendimento vale mais do que um final de ligação com uma afirmação do cliente dizendo:
- “Você esclareceu todas as minhas dúvidas, e aceito sua solução! Muito obrigada pelo atendimento que me prestou!”.
Recordo-me que este cliente me ouviu atentamente, aliás, ele além de ouvir, estava atento a cada palavra que dizia, e tinha perguntas pertinentes a cada nova informação que lhe passava.
Depois de todos os argumentos, me lembro que ele me disse pausadamente!
- Ultimamente tenho saído para resolver alguns problemas de serviços que possuo por empresas que contratei, mas que não estão me atendendo da forma que gostaria! De todas as pessoas que me atenderam, você será marcada e lembrada pela persuasão, mas muito mais do que isso, pelo entendimento, respeito e solução que encontrou ao meu caso.
Logo depois, registrei a solução que havia sido oferecida e o cliente foi embora!
Sinceramente, não levei muito a sério, o que ele havia dito no que se refere à “lembrar do meu atendimento”.
Pensei comigo:
- Ele está contente pelo problema resolvido, mas lembrar de mim, isso não!
Mas, quem disse que eu estava certa!
Como disse anteriormente, recentemente o encontrei, e como foi bom ser surpreendida na rua, com uma linda frase!
- Bom dia, Simone! Que alegria revê-la! Eu disse que você seria lembrada!
Entrei em um estado eufórico, pois percebi o quanto o ser humano precisa de atenção; ser ouvido e respeitado.
Quantas vezes presenciamos situações como essas que nos fazem perceber que mais do que qualidade, precisamos da comunicação bem sucedida e sem atropelos.
Se o seu planejamento contém o item: qualidade de atendimento saiba que as grandes equipes são formadas com a eficiência de quem sabe primeiro ouvir, para poder solucionar.
Acredito que por diversas vezes, desaprendemos a parar por um instante e nos atentar ao que nos rodeia.
Às vezes, a simples solução é interpretar o problema como um aprendizado e não como um estorvo ou a contagem do “mais um”. Mais um cliente… mais um dia…
O correto seria: … um novo cliente… uma nova solução… uma incrível oportunidade para demonstrar meu diferencial…
Pense nisso!
Fonte: http://www.clubedorh.com.br/
Há alguns anos atrás, realizava atendimento ao cliente, e me recordo de alguns casos marcantes, o que, aliás, muitos de vocês já devem ter ouvido ou vivido.
Não importa o tipo de atendimento, seja por telefone, seja por contato direto, seja em um processo de seleção! Em todos os momentos estamos lidando com o ser humano, e não há maior caixinha de surpresas, do que indivíduos com comportamentos diferentes, inúmeras maneiras de agir e reagir.
O atendimento que realizei com este cliente, foi por contato direto, e ele queria cancelar um serviço por mau atendimento do setor de suporte da empresa; e o meu trabalho era fazer com ele visse a empresa com “outros olhos”, e que optasse por continuar conosco!
Primeiro eu tinha que agregar valor à empresa, realizando toda minha argumentação com base no que podíamos oferecer de melhor! Só que existiu uma diferença:
- Não exerci o argumento papagaio!
Para elucidar; este atendimento é aquele “cala a boca” do cliente, onde só o operador fala! É uma sangria desatada em terminar a ligação no tempo de atendimento estipulado, e logo depois daquele monte de frases serem despejadas ao cliente, o operador apenas oferece uma cortesia e lhe dá o direito de dizer “sim” ou “não”, só que acabam esquecendo que o foco não é o término da ligação, mas o resultado final.
- Existiu foco no atendimento?
- O cliente foi atendido em sua necessidade?
- Este cliente foi fidelizado?
Ninguém aqui está dizendo que não devem existir regras em uma Central de Atendimento, mas será que o tempo médio de atendimento vale mais do que um final de ligação com uma afirmação do cliente dizendo:
- “Você esclareceu todas as minhas dúvidas, e aceito sua solução! Muito obrigada pelo atendimento que me prestou!”.
Recordo-me que este cliente me ouviu atentamente, aliás, ele além de ouvir, estava atento a cada palavra que dizia, e tinha perguntas pertinentes a cada nova informação que lhe passava.
Depois de todos os argumentos, me lembro que ele me disse pausadamente!
- Ultimamente tenho saído para resolver alguns problemas de serviços que possuo por empresas que contratei, mas que não estão me atendendo da forma que gostaria! De todas as pessoas que me atenderam, você será marcada e lembrada pela persuasão, mas muito mais do que isso, pelo entendimento, respeito e solução que encontrou ao meu caso.
Logo depois, registrei a solução que havia sido oferecida e o cliente foi embora!
Sinceramente, não levei muito a sério, o que ele havia dito no que se refere à “lembrar do meu atendimento”.
Pensei comigo:
- Ele está contente pelo problema resolvido, mas lembrar de mim, isso não!
Mas, quem disse que eu estava certa!
Como disse anteriormente, recentemente o encontrei, e como foi bom ser surpreendida na rua, com uma linda frase!
- Bom dia, Simone! Que alegria revê-la! Eu disse que você seria lembrada!
Entrei em um estado eufórico, pois percebi o quanto o ser humano precisa de atenção; ser ouvido e respeitado.
Quantas vezes presenciamos situações como essas que nos fazem perceber que mais do que qualidade, precisamos da comunicação bem sucedida e sem atropelos.
Se o seu planejamento contém o item: qualidade de atendimento saiba que as grandes equipes são formadas com a eficiência de quem sabe primeiro ouvir, para poder solucionar.
Acredito que por diversas vezes, desaprendemos a parar por um instante e nos atentar ao que nos rodeia.
Às vezes, a simples solução é interpretar o problema como um aprendizado e não como um estorvo ou a contagem do “mais um”. Mais um cliente… mais um dia…
O correto seria: … um novo cliente… uma nova solução… uma incrível oportunidade para demonstrar meu diferencial…
Pense nisso!
Fonte: http://www.clubedorh.com.br/
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Veja 13 questões clássicas das entrevistas
A entrevista é a etapa mais importante de um processo de seleção. É o momento em que, olhando nos olhos do candidato, o recrutador consegue comprovar intuições e tirar todas as dúvidas possíveis. Só depois disso, ele estará apto para bater o martelo sobre a contratação ou não.
"Essa é a hora da verdade. O candidato tem que fazer de tudo para encantar o recrutador", diz Irene Azevedo, da consultoria DBM. Vencer a ansiedade e responder as expectativas do recrutador ao mesmo tempo não é tarefa fácil.
Por isso, conversamos com os principais headhunters do país para descobrir as perguntas mais tradicionais durante uma entrevista de emprego e quais as melhores maneiras para respondê-las. Confira:
1 - Por que você está mudando de emprego?
Essa é a primeira pergunta entre as mais perigosas em uma entrevista de emprego. Por isso, é preciso extrema cautela para respondê-la. O candidato que decidir soltar o verbo contra o emprego anterior cai em descrédito logo de início.
"Isso soa mal. Passa a impressão de um profissional intransigente que, na primeira mudança de rota, prefere uma movimentação", afirma Eduardo Baccetti, sócio-diretor da consultoria de recrutamento 2GET.
De acordo com Priscila de Azevedo Costa, coordenadora do programa Veris Carreira da Veris Faculdades, o caminho para conversar sobre essa questão de uma maneira convincente é remeter para o atual momento de carreira e para os próprios planos para o futuro.
2 - Por que você foi demitido?
Uma das principais saias justas em uma entrevista de emprego é quando o recrutador, sem nenhum pudor, busca saber o contexto em que o candidato foi desligado da empresa anterior. O assunto é delicado e exige muito jogo de cintura do candidato. A melhor estratégia, segundo os especialistas, é ser sincero. E, em alguns casos, recorrer a um tom mais eufemista.
Nesse contexto, por exemplo, "o candidato pode dizer que divergia estrategicamente do direcionamento da empresa", exemplifica Irene. Ou, "admitir que estava em um momento em que não podia contribuir totalmente para as necessidade da empresa", diz Priscila. O importante, segundo ela, é tomar cuidado para não prejudicar a própria imagem ou falar mal da companhia.
3 - Por que quer trabalhar aqui?
Não vale responder que esse era o seu sonho de infância. Por isso, é fundamental estudar sobre os valores da empresa antes da entrevista e mostrar para o recrutador que seu plano de carreira está alinhado com essa visão.
"O candidato tem que ter muita consciência das suas próprias realizações e intenções", diz Irene. "E, a partir disso, saber contar muito bem sua história".
4 - Quais suas principais realizações ao longo da carreira?
Para responder a perguntas como essa, é preciso fazer uma avaliação profunda sobre sua evolução na carreira antes da entrevista. Afinal, segundo os especialistas, esse tipo de tópico demanda informações precisas sobre os fatos que tornaram seu passado profissional memorável. "Se eu não tiver resultados que suportem e comprovem meus pontos fortes, não irá adiantar nada", afirma Irene.
5 - Quais seus principais fracassos?
Aqui a proposta do recrutador é entender como você reage diante de situações difíceis. Por isso, não tenha medo de relatar os problemas que você já enfrentou em outros empregos. Foque, contudo, na maneira como conseguiu driblar as dificuldades e nas lições que tirou de cada situação. A, ideia, segundo os especialistas é tentar mostrar que os fracassos, no fim, contribuíram pra seu amadurecimento na carreira.
6 - Quais seus pontos fortes?
Elencar as próprias qualidades nem sempre é uma tarefa fácil. No entanto, saber falar sobre isso de uma maneira elegante é essencial durante uma entrevista de emprego. Lembre-se que este é o momento para mostrar ao recrutador que você tem as características necessárias para o cargo em questão. Contudo, cuidado para não cair no narcisismo vazio. "Ele precisa mostrar exemplos práticos dessas qualidades", afirma Priscila.
7 - Que pontos em seu comportamento ainda precisam ser desenvolvidos?
Para responder a tradicional pergunta sobre defeitos, boa parte dos candidatos recorrem ao macete clássico de se definir como um profissional perfeccionista. "Todo mundo quer transformar uma qualidade excessiva num defeito", afirma Priscila.
Segundo ela, diante desse clichê, os recrutadores logo ficam com um pé atrás. Agora, se você realmente é perfeccionista, a dica é dar um exemplo prático que prove essa característica. E, para mostrar que está sendo sincero, conte sobre outro defeito. Mas, cuidado para não dar um tiro no pé. "Escolha uma questão que não atrapalhe muito sua eficiência no trabalho e contextualize", diz Priscila.
8 - Quais são suas motivações?
O objetivo do recrutador com esta questão é avaliar se o perfil do profissional é coerente com a estrutura da empresa. "Todo mundo precisa ser motivado para continuar a produzir bem", diz Priscila. E ninguém quer contratar um profissional que, em poucos meses, perca o contentamento em trabalhar. Por isso, para seu próprio bem, não tente dissimular uma resposta padrão. Seja sincero consigo mesmo e mostre qual a empresa ideal para seu perfil.
9 - Consegue trabalhar sob pressão?
Saber lidar com a pressão no mercado de trabalho é uma postura que exige tempo e aprendizado. Por isso, mostre para o recrutador exemplos práticos que comprovem que você consegue se dar bem em situações como essas. "Não responda apenas sim ou não. Sempre traga uma experiência que esclareça o que você quer contar", diz Priscila.
10 - Conte sobre sua família? O que faz nas horas vagas?
Os recrutadores hoje já entendem que vida profissional e pessoal estão, sim, ligada. Por isso, com essa pergunta, a proposta é entender como a rotina pessoal influencia a dinâmica durante o horário do expediente. "Conforme a pessoa fala, queremos identificar quais os valores que ela tem", explica Priscila. Segundo ela, o ponto não é tentar ser perfeito, mas mostrar como você administra os principais conflitos da vida.
11 - Qual sua pretensão salarial?
A dica de Irene para esse momento da entrevista é tentar adiar ao máximo sua resposta. "Explique que o valor da sua remuneração só pode ser definido quando você entender todos os desafios do cargo", explica. Se a justificativa não pegar e o recrutador insistir em uma resposta, conte qual era seu último salário.
12 - Quais seus planos para o futuro?
Neste ponto, o recrutador quer identificar se sua estratégia de carreira está alinhada ou não com o ritmo da corporação. Nem sempre, contudo, é fácil ter na ponta da língua projetos para um futuro muito longínquo. Se esse for seu caso, não se desespere. Seja sincero e mostre consistência nos planos para médio e curto prazo.
13 - Por que devo contratar você?
Essa pergunta requer extrema coerência do candidato com todas as informações que passou para o recrutador durante o processo de seleção. É, neste ponto, que ganha relevância, o profissional que souber fazer o melhor marketing pessoal. "O perfil pessoal acaba determinando muito, o brilho no olho, a vontade de ainda querer fazer", diz Baccetti, da 2 GET.
"Essa é a hora da verdade. O candidato tem que fazer de tudo para encantar o recrutador", diz Irene Azevedo, da consultoria DBM. Vencer a ansiedade e responder as expectativas do recrutador ao mesmo tempo não é tarefa fácil.
Por isso, conversamos com os principais headhunters do país para descobrir as perguntas mais tradicionais durante uma entrevista de emprego e quais as melhores maneiras para respondê-las. Confira:
1 - Por que você está mudando de emprego?
Essa é a primeira pergunta entre as mais perigosas em uma entrevista de emprego. Por isso, é preciso extrema cautela para respondê-la. O candidato que decidir soltar o verbo contra o emprego anterior cai em descrédito logo de início.
"Isso soa mal. Passa a impressão de um profissional intransigente que, na primeira mudança de rota, prefere uma movimentação", afirma Eduardo Baccetti, sócio-diretor da consultoria de recrutamento 2GET.
De acordo com Priscila de Azevedo Costa, coordenadora do programa Veris Carreira da Veris Faculdades, o caminho para conversar sobre essa questão de uma maneira convincente é remeter para o atual momento de carreira e para os próprios planos para o futuro.
2 - Por que você foi demitido?
Uma das principais saias justas em uma entrevista de emprego é quando o recrutador, sem nenhum pudor, busca saber o contexto em que o candidato foi desligado da empresa anterior. O assunto é delicado e exige muito jogo de cintura do candidato. A melhor estratégia, segundo os especialistas, é ser sincero. E, em alguns casos, recorrer a um tom mais eufemista.
Nesse contexto, por exemplo, "o candidato pode dizer que divergia estrategicamente do direcionamento da empresa", exemplifica Irene. Ou, "admitir que estava em um momento em que não podia contribuir totalmente para as necessidade da empresa", diz Priscila. O importante, segundo ela, é tomar cuidado para não prejudicar a própria imagem ou falar mal da companhia.
3 - Por que quer trabalhar aqui?
Não vale responder que esse era o seu sonho de infância. Por isso, é fundamental estudar sobre os valores da empresa antes da entrevista e mostrar para o recrutador que seu plano de carreira está alinhado com essa visão.
"O candidato tem que ter muita consciência das suas próprias realizações e intenções", diz Irene. "E, a partir disso, saber contar muito bem sua história".
4 - Quais suas principais realizações ao longo da carreira?
Para responder a perguntas como essa, é preciso fazer uma avaliação profunda sobre sua evolução na carreira antes da entrevista. Afinal, segundo os especialistas, esse tipo de tópico demanda informações precisas sobre os fatos que tornaram seu passado profissional memorável. "Se eu não tiver resultados que suportem e comprovem meus pontos fortes, não irá adiantar nada", afirma Irene.
5 - Quais seus principais fracassos?
Aqui a proposta do recrutador é entender como você reage diante de situações difíceis. Por isso, não tenha medo de relatar os problemas que você já enfrentou em outros empregos. Foque, contudo, na maneira como conseguiu driblar as dificuldades e nas lições que tirou de cada situação. A, ideia, segundo os especialistas é tentar mostrar que os fracassos, no fim, contribuíram pra seu amadurecimento na carreira.
6 - Quais seus pontos fortes?
Elencar as próprias qualidades nem sempre é uma tarefa fácil. No entanto, saber falar sobre isso de uma maneira elegante é essencial durante uma entrevista de emprego. Lembre-se que este é o momento para mostrar ao recrutador que você tem as características necessárias para o cargo em questão. Contudo, cuidado para não cair no narcisismo vazio. "Ele precisa mostrar exemplos práticos dessas qualidades", afirma Priscila.
7 - Que pontos em seu comportamento ainda precisam ser desenvolvidos?
Para responder a tradicional pergunta sobre defeitos, boa parte dos candidatos recorrem ao macete clássico de se definir como um profissional perfeccionista. "Todo mundo quer transformar uma qualidade excessiva num defeito", afirma Priscila.
Segundo ela, diante desse clichê, os recrutadores logo ficam com um pé atrás. Agora, se você realmente é perfeccionista, a dica é dar um exemplo prático que prove essa característica. E, para mostrar que está sendo sincero, conte sobre outro defeito. Mas, cuidado para não dar um tiro no pé. "Escolha uma questão que não atrapalhe muito sua eficiência no trabalho e contextualize", diz Priscila.
8 - Quais são suas motivações?
O objetivo do recrutador com esta questão é avaliar se o perfil do profissional é coerente com a estrutura da empresa. "Todo mundo precisa ser motivado para continuar a produzir bem", diz Priscila. E ninguém quer contratar um profissional que, em poucos meses, perca o contentamento em trabalhar. Por isso, para seu próprio bem, não tente dissimular uma resposta padrão. Seja sincero consigo mesmo e mostre qual a empresa ideal para seu perfil.
9 - Consegue trabalhar sob pressão?
Saber lidar com a pressão no mercado de trabalho é uma postura que exige tempo e aprendizado. Por isso, mostre para o recrutador exemplos práticos que comprovem que você consegue se dar bem em situações como essas. "Não responda apenas sim ou não. Sempre traga uma experiência que esclareça o que você quer contar", diz Priscila.
10 - Conte sobre sua família? O que faz nas horas vagas?
Os recrutadores hoje já entendem que vida profissional e pessoal estão, sim, ligada. Por isso, com essa pergunta, a proposta é entender como a rotina pessoal influencia a dinâmica durante o horário do expediente. "Conforme a pessoa fala, queremos identificar quais os valores que ela tem", explica Priscila. Segundo ela, o ponto não é tentar ser perfeito, mas mostrar como você administra os principais conflitos da vida.
11 - Qual sua pretensão salarial?
A dica de Irene para esse momento da entrevista é tentar adiar ao máximo sua resposta. "Explique que o valor da sua remuneração só pode ser definido quando você entender todos os desafios do cargo", explica. Se a justificativa não pegar e o recrutador insistir em uma resposta, conte qual era seu último salário.
12 - Quais seus planos para o futuro?
Neste ponto, o recrutador quer identificar se sua estratégia de carreira está alinhada ou não com o ritmo da corporação. Nem sempre, contudo, é fácil ter na ponta da língua projetos para um futuro muito longínquo. Se esse for seu caso, não se desespere. Seja sincero e mostre consistência nos planos para médio e curto prazo.
13 - Por que devo contratar você?
Essa pergunta requer extrema coerência do candidato com todas as informações que passou para o recrutador durante o processo de seleção. É, neste ponto, que ganha relevância, o profissional que souber fazer o melhor marketing pessoal. "O perfil pessoal acaba determinando muito, o brilho no olho, a vontade de ainda querer fazer", diz Baccetti, da 2 GET.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Fofoca é o que mais irrita no trabalho
Apesar de recorrente em muitos ambientes de trabalho por aí, a fofoca é o, digamos, hábito profissional que mais incomoda os brasileiros.
Segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 83% dos usuários do LinkedIn no Brasil apontaram esse tipo de comportamento como o mais irritante no ambiente no ambiente de trabalho.
Ao redor do mundo, a fofoca profissional incomoda 62 % dos usuários do LinkedIn. Nos Estados Unidos, 65% dos profissionais detestam quando descobrem que a sua comida do refrigerador foi roubada.
Enquanto os alemães se irritam com a sujeira encontrada em eletrodomésticos de uso coletivo (microondas e refrigerador, por exemplo), os japoneses odeiam ser motivo de piadas na empresa.
Na Índia, 74% dos entrevistados não gostam de ouvir os constantes toques de celulares dos colegas de trabalho. A Índia é o país que mais registrou fatores que irritam no trabalho (19 de 38) e os italianos foram os que menos listaram reclamações (15 de 38). Dentre os 16 países pesquisados, o Brasil ficou em quarto lugar do ranking.
No Brasil, 76% das mulheres se irritam com o uso de roupas inadequadas no trabalho contra a opinião de 44% do público masculino. Nos Estados Unidos, a diferença entre sexos também foi constatada nesse mesmo quesito, 62% das mulheres contra 29% dos homens. Na Suécia a tolerância quanto ao vestuário no trabalho é maior: 35% das suecas se irritam com as roupas inadequadas enquanto apenas 12% dos suecos marcaram essa opção.
Confira quais são as cinco atitudes que mais irritam profissionais, independente de nacionalidade ou sexo:
1 - pessoas que não se responsabilizam por suas atitudes e decisões
2 - profissionais que reclamam constantemente
3 - espaços coletivos sujos
4 - reuniões que atrasam ou que demoram muito
5 - pessoas que não respondem e-mails
Foram analisados mais de 17 mil usuários da base de dados do LinkedIn entre agosto e setembro, em 16 países – inclusive o Brasil. Atualmente, a rede tem mais de 120 milhões de membros no mundo e mais de 4 milhões no Brasil.
Fonte:http://info.abril.com.br/
Segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 83% dos usuários do LinkedIn no Brasil apontaram esse tipo de comportamento como o mais irritante no ambiente no ambiente de trabalho.
Ao redor do mundo, a fofoca profissional incomoda 62 % dos usuários do LinkedIn. Nos Estados Unidos, 65% dos profissionais detestam quando descobrem que a sua comida do refrigerador foi roubada.
Enquanto os alemães se irritam com a sujeira encontrada em eletrodomésticos de uso coletivo (microondas e refrigerador, por exemplo), os japoneses odeiam ser motivo de piadas na empresa.
Na Índia, 74% dos entrevistados não gostam de ouvir os constantes toques de celulares dos colegas de trabalho. A Índia é o país que mais registrou fatores que irritam no trabalho (19 de 38) e os italianos foram os que menos listaram reclamações (15 de 38). Dentre os 16 países pesquisados, o Brasil ficou em quarto lugar do ranking.
No Brasil, 76% das mulheres se irritam com o uso de roupas inadequadas no trabalho contra a opinião de 44% do público masculino. Nos Estados Unidos, a diferença entre sexos também foi constatada nesse mesmo quesito, 62% das mulheres contra 29% dos homens. Na Suécia a tolerância quanto ao vestuário no trabalho é maior: 35% das suecas se irritam com as roupas inadequadas enquanto apenas 12% dos suecos marcaram essa opção.
Confira quais são as cinco atitudes que mais irritam profissionais, independente de nacionalidade ou sexo:
1 - pessoas que não se responsabilizam por suas atitudes e decisões
2 - profissionais que reclamam constantemente
3 - espaços coletivos sujos
4 - reuniões que atrasam ou que demoram muito
5 - pessoas que não respondem e-mails
Foram analisados mais de 17 mil usuários da base de dados do LinkedIn entre agosto e setembro, em 16 países – inclusive o Brasil. Atualmente, a rede tem mais de 120 milhões de membros no mundo e mais de 4 milhões no Brasil.
Fonte:http://info.abril.com.br/
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