Área de assistência técnica, com o maior número de reclamações dos consumidores, demandará investimentos aperfeiçoamento técnico
De Pequenas Empresas Grandes Negócios
Desenvolvimento de softwares, projetos e assistência técnica, manutenção e suporte. Essas são algumas das 105 oportunidades que podem ser aproveitadas pelas pequenas empresas do setor da tecnologia da informação (TI) nos períodos pré e durante Copa do Mundo de 2014, segundo informações do Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede, encomendado pelo Sebrae à Fundação Getúlio Vargas (FGV).
“A Copa e seus investimentos vão permitir a criação de novos produtos e serviços e a melhora na qualidade dos que já existem. Tornar as pequenas empresas mais competitivas e inovadoras é o grande desafio do Sebrae. O evento esportivo inaugura essa jogada”, destaca Vinicius Lages, gerente de Serviços da instituição.
Para mapear as oportunidades foram considerados diferentes tipos de demandas do setor para a Copa do Mundo de 2014. Essas demandas podem surgir do poder público, em obras como estruturação de estádios e centros de mídia. Também tendem a vir da iniciativa privada, pelas necessidades das empresas e consumidores finais por soluções de tecnologia da informação, como transmissão de dados e desenvolvimento de softwares e serviços.
Em software, o mapeamento identificou oportunidades decorrentes dos investimentos de adequação do evento e de setores relacionados indiretamente à competição futebolística, como hotéis, bares, restaurantes, turismo e saúde. Essas oportunidades encontram-se, principalmente, nas áreas de desenvolvimento de software. Da mesma forma, as oportunidades surgem para pequenas empresas que já possuem pacotes prontos e customizáveis para as atividades mais usuais, como soluções de gestão hoteleira e de saúde.
As áreas de assistência técnica, manutenção e suporte correspondem a um bom campo de atuação para as pequenas empresas. No entanto, exigirão maior aperfeiçoamento técnico de profissionais para potencializar sua atuação nessas atividades. O mapeamento demonstra que investir na qualidade dos serviços de assistência técnica e manutenção na área de TI pode fazer a diferença e aumentar as chances de aproveitamento de oportunidades. O nível de satisfação dos clientes com esses serviços ainda é muito baixo.
O mapeamento também identificou os setores em que atualmente as pequenas empresas têm maior atuação, dando escala de densidade de 0 a 1. Destacam-se operação de equipamentos de rádio, transmissão móvel (externa) (0,82), assistência técnica, manutenção e suporte a equipamentos móveis de transmissão de sinais de TV (0,75), suporte e manutenção de centrais telefônicas e terminais privados (0,75), aluguel de máquinas e equipamentos não especificados anteriormente (0,71) e serviço de provedores (0,82).
Fonte: http://migre.me/4Cl0W
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Só 7% dos profissionais dominam o inglês
Por Talita Abrantes, de EXAME.com
Você ainda sente um frio na barriga antes de toda entrevista com parceiros internacionais? Saiba que não é o único.
De acordo com pesquisa, apenas 7% dos profissionais – cujo inglês não é língua nativa – dominam totalmente o idioma e são capazes de utilizá-lo durante o expediente.
O número de pessoas que, provavelmente, contam no currículo que sabem tudo sobre a língua é maior. Do total de participantes do estudo feito pela GlobalEnglish, 70% afirma que têm o inglês como segundo idioma.
Mas isso não significa, segundo o estudo, que todas essas pessoas estão preparadas para usá-lo tranquilamente no trabalho.
Já os brasileiros não só seguem a tendência mundial como estão entre os profissionais que mais engasgam na hora de falar inglês durante o expediente. Os profissionais do Brasil conseguiram apenas pontuação de 3.84 no estudo conduzido pela GlobalEnglish.
Na América Latina, os brasileiros ficaram atrás de países como Honduras, que ganhou nota média de 5.46; Argentina, com 4.81; Peru (4.41), Colômbia (4.33), México (4.07); Costa Rica e Equador (4.03). Só ficou à frente do Chile, cuja nota média foi de 3.53.
A média mundial também decepcionou. Segundo o estudo, o nível mundial de fluência em inglês de profissionais não nascidos em países de língua inglesa é de 4.46.
De acordo com o levantamento feito com profissionais de 152 países, as pessoas que ficaram dentro dessa classificação são capazes de compreender termos de negócios básicos ao telefone ou durante uma discussão.
No entanto, nesse nível, os profissionais "não podem entender boa parte das apresentações de negócios, assumir um papel de liderança durante as reuniões ou atuar em tarefas mais complexas", afirma o estudo.
Por setor
A indústria de serviços, que inclui consultorias de RH e escritórios de advocacia, teve o melhor desempenho. Em média, profissionais desse mercado têm um nível de fluência em inglês de negócios de 5.34. Depois deles, estão os profissionais da área de tecnologia com nota 5.2. O pessoal da indústria aérea e defesa, na terceira posição, apresentaram um nível médio de 4.77.
No índice English Proficiency Index (EPI), feito pela escola e agência de intercâmbios Education First (EF), os brasileiros receberam nota média de 47,27 – desempenho inferior ao apresentado por participantes de países como Argentina, Costa Rica e República Tcheca. Com isso, o Brasil conquistou a 31ª posição em ranking de 44 países que não têm o inglês como língua oficial.
Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/carreira/so-7-dos-profissionais-dominam-o-ingles-12052011-17.shl
Você ainda sente um frio na barriga antes de toda entrevista com parceiros internacionais? Saiba que não é o único.
De acordo com pesquisa, apenas 7% dos profissionais – cujo inglês não é língua nativa – dominam totalmente o idioma e são capazes de utilizá-lo durante o expediente.
O número de pessoas que, provavelmente, contam no currículo que sabem tudo sobre a língua é maior. Do total de participantes do estudo feito pela GlobalEnglish, 70% afirma que têm o inglês como segundo idioma.
Mas isso não significa, segundo o estudo, que todas essas pessoas estão preparadas para usá-lo tranquilamente no trabalho.
Já os brasileiros não só seguem a tendência mundial como estão entre os profissionais que mais engasgam na hora de falar inglês durante o expediente. Os profissionais do Brasil conseguiram apenas pontuação de 3.84 no estudo conduzido pela GlobalEnglish.
Na América Latina, os brasileiros ficaram atrás de países como Honduras, que ganhou nota média de 5.46; Argentina, com 4.81; Peru (4.41), Colômbia (4.33), México (4.07); Costa Rica e Equador (4.03). Só ficou à frente do Chile, cuja nota média foi de 3.53.
A média mundial também decepcionou. Segundo o estudo, o nível mundial de fluência em inglês de profissionais não nascidos em países de língua inglesa é de 4.46.
De acordo com o levantamento feito com profissionais de 152 países, as pessoas que ficaram dentro dessa classificação são capazes de compreender termos de negócios básicos ao telefone ou durante uma discussão.
No entanto, nesse nível, os profissionais "não podem entender boa parte das apresentações de negócios, assumir um papel de liderança durante as reuniões ou atuar em tarefas mais complexas", afirma o estudo.
Por setor
A indústria de serviços, que inclui consultorias de RH e escritórios de advocacia, teve o melhor desempenho. Em média, profissionais desse mercado têm um nível de fluência em inglês de negócios de 5.34. Depois deles, estão os profissionais da área de tecnologia com nota 5.2. O pessoal da indústria aérea e defesa, na terceira posição, apresentaram um nível médio de 4.77.
No índice English Proficiency Index (EPI), feito pela escola e agência de intercâmbios Education First (EF), os brasileiros receberam nota média de 47,27 – desempenho inferior ao apresentado por participantes de países como Argentina, Costa Rica e República Tcheca. Com isso, o Brasil conquistou a 31ª posição em ranking de 44 países que não têm o inglês como língua oficial.
Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/carreira/so-7-dos-profissionais-dominam-o-ingles-12052011-17.shl
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Copa do Mundo deve gerar 700 mil empregos no país
Segundo ministro do Esporte, Orlando Silva, aproximadamente 380 mil vagas serão abertas durante a preparação para o torneio e, o restante, durante a realização do Mundial
Vinicius Konchinski,
da AGÊNCIA BRASIL
O ministro do Esporte, Orlando Silva, afirmou hoje (6) que a Copa do Mundo de 2014 deve gerar cerca de 700 mil empregos em todo país. Segundo ele, aproximadamente 380 mil postos de trabalho serão abertos durante a preparação do país para o torneio. O restante das vagas será preenchido durante a realização do Mundial.
As previsões, segundo o ministro, constam de um estudo sobre impactos econômicos da Copa do Mundo encomendado pelo governo federal. A estimativa de geração de empregos foi divulgada por Silva durante um seminário sobre a Copa do qual ele participa em São Paulo.
“A Copa do Mundo é geração de emprego, de renda e de desenvolvimento”, afirmou ele. “Todas as obras que estão previstas vão precisar de trabalhadores.”
Segundo Silva, os trabalhadores da construção civil serão beneficiados, principalmente, pelos investimentos em aeroportos, portos e nos sistemas de transporte público nas 12 cidades-sede da Copa. Só nos aeroportos, informou ele, o investimento previsto é de R$ 6 bilhões.
O ministro disse também que o setor de turismo deve crescer muito com a realização da competição. Hotéis e restaurantes, por exemplo, devem aumentar seu quadro de funcionários para atender os turistas brasileiros e estrangeiros que assistirão aos jogos da Copa.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/copa-do-mundo-deve-gerar-700-mil-empregos-no-pais
Vinicius Konchinski,
da AGÊNCIA BRASIL
O ministro do Esporte, Orlando Silva, afirmou hoje (6) que a Copa do Mundo de 2014 deve gerar cerca de 700 mil empregos em todo país. Segundo ele, aproximadamente 380 mil postos de trabalho serão abertos durante a preparação do país para o torneio. O restante das vagas será preenchido durante a realização do Mundial.
As previsões, segundo o ministro, constam de um estudo sobre impactos econômicos da Copa do Mundo encomendado pelo governo federal. A estimativa de geração de empregos foi divulgada por Silva durante um seminário sobre a Copa do qual ele participa em São Paulo.
“A Copa do Mundo é geração de emprego, de renda e de desenvolvimento”, afirmou ele. “Todas as obras que estão previstas vão precisar de trabalhadores.”
Segundo Silva, os trabalhadores da construção civil serão beneficiados, principalmente, pelos investimentos em aeroportos, portos e nos sistemas de transporte público nas 12 cidades-sede da Copa. Só nos aeroportos, informou ele, o investimento previsto é de R$ 6 bilhões.
O ministro disse também que o setor de turismo deve crescer muito com a realização da competição. Hotéis e restaurantes, por exemplo, devem aumentar seu quadro de funcionários para atender os turistas brasileiros e estrangeiros que assistirão aos jogos da Copa.
Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/copa-do-mundo-deve-gerar-700-mil-empregos-no-pais
terça-feira, 3 de maio de 2011
Ocupar um cargo menor ao que tinha antes não significa retrocesso na carreira
Para especialistas, dependendo do caso, situação pode até ser positiva, pois mostra que profissional é flexível
por Infomoney, via Administradores.
Sair de um cargo e passar a ocupar outro menor não é necessariamente um retrocesso na carreira. “Nem sempre é algo negativo. Pode ser uma adequação”, avalia a gerente de Projetos do Grupo Foco, Francilene Araújo. “Os impactos dessa decisão dependerão da empresa e da proposta do novo desafio”, avalia.
Para a consultora em Recursos Humanos do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo Jane Souza, a decisão de recuar um passo na carreira deve ser bem analisada pelo profissional e, em certa medida, pode ser até positiva. “Isso mostra ao mercado que o profissional é flexível e acredita no seu potencial”, considera.
Os motivos da mudança
Nem sempre considerar abraçar um cargo menor hierarquicamente revela certo desespero do profissional que tenta se recolocar no mercado. As especialistas concordam que existem vários fatores que levam os profissionais a aceitarem propostas desse porte.
Entre eles, está a própria necessidade do profissional de mudar e enfrentar novos desafios. “Pode ser uma mudança de uma empresa de pequeno porte para uma de porte maior”, considera Francilene.
Geralmente, um analista sênior em uma empresa pequena pode não conseguir a mesma posição em uma empresa maior. E isso é natural, considera a especialista. “Ele desce um degrau para avançar mais e dar um 'upgrade' dentro da empresa”.
Independentemente dos motivos, as especialistas ressaltam que nessa hora tanto os profissionais como as empresas devem avaliar bem cada caso. “As empresas também precisam entender as razões que levaram esse profissional a se candidatar à vaga”, afirma Jane. “É preciso visualizar toda a situação”, completa.
Francilene explica que em determinados casos, as empresas chegam a recusar a entrada de um profissional mais gabaritado para ocupar uma vaga hierarquicamente menor. “Por isso, é preciso fazer uma avaliação dos dois lados e antes mesmo de o profissional começar a ocupar esse novo cargo”, diz.
Encarando os desafios
“Não é fácil fazer essa transição”, ressalta Jane, do Grupo Soma. “É sempre um momento delicado e é preciso estar preparado”. E quem não estiver com foco e não tiver avaliado as possíveis consequências da mudança pode não conseguir levar a nova situação. Resultado: o desempenho cai e bate aquele desânimo.
“Um ponto que ajuda muito nessa avaliação é o cuidado que se deve ter com ela. Quando está tudo muito bem amarrado, os riscos diminuem. Então, antes de decidir, entenda a empresa, os desafios”, acredita Francilene, do Grupo Foco.
Para além de entender as novas dinâmicas do novo desafio, os profissionais precisam encarar a situação como uma oportunidade de rever a carreira. “Ele precisa perceber que é um momento de superação e avaliação. E, sobretudo, uma oportunidade de crescimento profissional”, considera Jane.
Fonte: http://migre.me/4qE73
por Infomoney, via Administradores.
Sair de um cargo e passar a ocupar outro menor não é necessariamente um retrocesso na carreira. “Nem sempre é algo negativo. Pode ser uma adequação”, avalia a gerente de Projetos do Grupo Foco, Francilene Araújo. “Os impactos dessa decisão dependerão da empresa e da proposta do novo desafio”, avalia.
Para a consultora em Recursos Humanos do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo Jane Souza, a decisão de recuar um passo na carreira deve ser bem analisada pelo profissional e, em certa medida, pode ser até positiva. “Isso mostra ao mercado que o profissional é flexível e acredita no seu potencial”, considera.
Os motivos da mudança
Nem sempre considerar abraçar um cargo menor hierarquicamente revela certo desespero do profissional que tenta se recolocar no mercado. As especialistas concordam que existem vários fatores que levam os profissionais a aceitarem propostas desse porte.
Entre eles, está a própria necessidade do profissional de mudar e enfrentar novos desafios. “Pode ser uma mudança de uma empresa de pequeno porte para uma de porte maior”, considera Francilene.
Geralmente, um analista sênior em uma empresa pequena pode não conseguir a mesma posição em uma empresa maior. E isso é natural, considera a especialista. “Ele desce um degrau para avançar mais e dar um 'upgrade' dentro da empresa”.
Independentemente dos motivos, as especialistas ressaltam que nessa hora tanto os profissionais como as empresas devem avaliar bem cada caso. “As empresas também precisam entender as razões que levaram esse profissional a se candidatar à vaga”, afirma Jane. “É preciso visualizar toda a situação”, completa.
Francilene explica que em determinados casos, as empresas chegam a recusar a entrada de um profissional mais gabaritado para ocupar uma vaga hierarquicamente menor. “Por isso, é preciso fazer uma avaliação dos dois lados e antes mesmo de o profissional começar a ocupar esse novo cargo”, diz.
Encarando os desafios
“Não é fácil fazer essa transição”, ressalta Jane, do Grupo Soma. “É sempre um momento delicado e é preciso estar preparado”. E quem não estiver com foco e não tiver avaliado as possíveis consequências da mudança pode não conseguir levar a nova situação. Resultado: o desempenho cai e bate aquele desânimo.
“Um ponto que ajuda muito nessa avaliação é o cuidado que se deve ter com ela. Quando está tudo muito bem amarrado, os riscos diminuem. Então, antes de decidir, entenda a empresa, os desafios”, acredita Francilene, do Grupo Foco.
Para além de entender as novas dinâmicas do novo desafio, os profissionais precisam encarar a situação como uma oportunidade de rever a carreira. “Ele precisa perceber que é um momento de superação e avaliação. E, sobretudo, uma oportunidade de crescimento profissional”, considera Jane.
Fonte: http://migre.me/4qE73
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Microsoft estuda instalar centro de dados no Brasil
Empresa pretende distribuir software para pequenas e médias empresas, voltados para computação em nuvem
por Agência Estado.
O colombiano Orlando Ayala, vice-presidente corporativo da Microsoft, está entusiasmado com o mercado brasileiro. Em visita ao País para participar da versão latino-americana do World Economic Forum, ele disse ontem que o Brasil está no "alto da lista" dos países candidatos a receber um centro de dados da empresa.
"Não quero anunciar que o Brasil já tem um data center, mas o País está no alto da lista", disse o executivo, que também ocupa o cargo de presidente para países emergentes da companhia. "Devemos decidir em três meses. Teremos entre oito e dez data centers em todo o mundo".
A ideia da companhia é oferecer software para pequenas e médias empresas, no formato de computação em nuvem, em que o cliente paga como serviço, conforme a utilização. "Estudamos construir um data center com capacidade para atender com serviço de muito alta qualidade a todas as pequenas e médias empresas do Cone Sul", afirmou. "O centro seria para a exportação de serviços".
Segundo o executivo, não existem outros países latino-americanos candidatos a receber o centro de dados. Ele preferiu não dizer de quanto seria o investimento, mas disse que, no data center que a empresa acabou de inaugurar em Chicago, foram investidos cerca de US$ 80 milhões. Ayala afirmou que o Brasil está entre os 10 maiores mercados no mundo para a Microsoft. "É um mercado absolutamente material, e um mercado material para a companhia é de mais de US$ 500 milhões", disse o executivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/microsoft-estuda-instalar-centro-de-dados-no-brasil
por Agência Estado.
O colombiano Orlando Ayala, vice-presidente corporativo da Microsoft, está entusiasmado com o mercado brasileiro. Em visita ao País para participar da versão latino-americana do World Economic Forum, ele disse ontem que o Brasil está no "alto da lista" dos países candidatos a receber um centro de dados da empresa.
"Não quero anunciar que o Brasil já tem um data center, mas o País está no alto da lista", disse o executivo, que também ocupa o cargo de presidente para países emergentes da companhia. "Devemos decidir em três meses. Teremos entre oito e dez data centers em todo o mundo".
A ideia da companhia é oferecer software para pequenas e médias empresas, no formato de computação em nuvem, em que o cliente paga como serviço, conforme a utilização. "Estudamos construir um data center com capacidade para atender com serviço de muito alta qualidade a todas as pequenas e médias empresas do Cone Sul", afirmou. "O centro seria para a exportação de serviços".
Segundo o executivo, não existem outros países latino-americanos candidatos a receber o centro de dados. Ele preferiu não dizer de quanto seria o investimento, mas disse que, no data center que a empresa acabou de inaugurar em Chicago, foram investidos cerca de US$ 80 milhões. Ayala afirmou que o Brasil está entre os 10 maiores mercados no mundo para a Microsoft. "É um mercado absolutamente material, e um mercado material para a companhia é de mais de US$ 500 milhões", disse o executivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/microsoft-estuda-instalar-centro-de-dados-no-brasil
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Vale abre 145 oportunidades para engenheiros
Companhia oferece treinamento em gestão de projetos; após curso, participantes podem ser enviados para operação no exterior.
por Talita Abrantes, de Exame.com
Até 8 de maio, a Vale recebe inscrições para seu programa de recrutamento para projetos. Ao todo, são 145 oportunidades para engenheiros.
Os aprovados no processo de seleção farão um curso de aperfeiçoamento e gestão de projetos durante 2 meses. Com carga horária de 280 horas, o programa será ministrado em Nova Lima (MG).
Depois desse período, os participantes serão alocados em algum projeto da Vale no Brasil ou no exterior.
Para participar, é preciso ter até quatro anos de formado nas áreas de engenharia química, de materiais, metalúrgica, civil, estrutural, ambiental, elétrica, eletrônica, automação, mecatrônica, telecomunicações, mecânica, minas, produção, industrial – operacional.
Além disso, a Vale exige inglês avançado ou fluente, experiência prévia em engenharia e mobilidade global.
As inscrições terminam em 8 de maio e devem ser feitas pelo site de Carreiras da Vale. O processo de seleção conta com provas online de inglês e raciocínio lógico, dinâmicas de grupo e entrevista individual.
Fonte : http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/vale-abre-145-oportunidades-para-engenheiros
por Talita Abrantes, de Exame.com
Até 8 de maio, a Vale recebe inscrições para seu programa de recrutamento para projetos. Ao todo, são 145 oportunidades para engenheiros.
Os aprovados no processo de seleção farão um curso de aperfeiçoamento e gestão de projetos durante 2 meses. Com carga horária de 280 horas, o programa será ministrado em Nova Lima (MG).
Depois desse período, os participantes serão alocados em algum projeto da Vale no Brasil ou no exterior.
Para participar, é preciso ter até quatro anos de formado nas áreas de engenharia química, de materiais, metalúrgica, civil, estrutural, ambiental, elétrica, eletrônica, automação, mecatrônica, telecomunicações, mecânica, minas, produção, industrial – operacional.
Além disso, a Vale exige inglês avançado ou fluente, experiência prévia em engenharia e mobilidade global.
As inscrições terminam em 8 de maio e devem ser feitas pelo site de Carreiras da Vale. O processo de seleção conta com provas online de inglês e raciocínio lógico, dinâmicas de grupo e entrevista individual.
Fonte : http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/vale-abre-145-oportunidades-para-engenheiros
terça-feira, 5 de abril de 2011
Como respeitar as regras de etiqueta do e-mail corporativo
Veja 7 sugestões para ter um bom uso da ferramenta no trabalho
por Amanda Luz, Exame.com
Assim que sai da caixa de saída, o e-mail corporativo envia não somente informações importantes sobre as funções ou negócios a que diz respeito, como também diz muito sobre o remetente da mensagem. Estilo de escrita, formas de agradecimento e o bom uso da ferramenta transmite ao destinatário impressões sobre a personalidade de quem envia o e-mail.
“Tudo o que está vinculado ao profissional no ambiente de trabalho o representa, por isso é importante que a pessoa sempre passe uma imagem de credibilidade e comprometimento”, explica Romaly Costa, consultora de etiqueta empresarial.
Mesmo que parte da comunicação entre colegas de trabalho ou com clientes e colaboradores seja feita, hoje, também por mensagens instantâneas e telefones - e há quem use as redes sociais, o e-mail ocupa boa parcela da rotina de trabalho. Veja algumas regras de etiqueta que indicam um bom uso do e-mail corporativo:
1. E-mail corporativo só para trabalho
O e-mail trocado tem conteúdo que pode ser lido pelo seu chefe? Se a resposta for não, ele deve sair do endereço de e-mail pessoal. “Assim como as demais ferramentas de trabalho, o e-mail corporativo deve ter uso restrito para assuntos profissionais”, explica Ruth Bandeira, diretora da De Bernt Entschev Human Capital.
A diretora desencoraja o uso do e-mail corporativo para críticas ou fofocas. “Hoje em dia, o e-mail tomou o lugar do ‘cafezinho’ e as pessoas já não precisam mais levantar para comentar determinado assunto, usando o e-mail profissional para isso”, diz Ruth.
A má utilização do e-mail do trabalho pode ser causa de demissão. “É cada vez mais comum o vazamento de informações via e-mail ou mídias digitais que podem causar danos à empresa”, explica a advogada especialista em Direito Digital, Cristina Sleiman.
2. Diga sim à concisão
Ir direto ao ponto o mais rápido possível, sem deixar de fora o que é essencial. A sugestão parece fácil, mas nem sempre é lembrada na hora de explicar ao cliente um assunto delicado ou descrever um procedimento no trabalho.
No meio de tanta a coisa a ser resolvida, os e-mails mais claros e objetivos são mais eficazes para transmitir a mensagem desejada e evitam o desperdício de tempo.
3. Abraços, abs ou bjo?
A comunicação profissional deve ser, de preferência, clara e sem abreviações. Isso significa que o uso de “vc” para “você” ou “qdo” para “quando”, por exemplo, pode ser evitado.
“As abreviações podem até facilitar quando são usadas em intranet, como em sistemas de mensagens instântaneas corporativo, mas as palavras devem ser, de preferência, escritas completas nos e-mails”, sugere Ruth.
No caso de finalizar uma mensagem, a forma de cumprimento “obrigado (a)” é o mais indicado pela consultora. Para Ruth, quando há um pouco mais de intimidade, o “abraço” ou “abs” pode ser utilizado, mas o “beijo” ou “bjo” deve estar restrito ao círculo pessoal.
Leia a continuação em : http://migre.me/4bH68
Fonte : http://migre.me/4bH8z
por Amanda Luz, Exame.com
Assim que sai da caixa de saída, o e-mail corporativo envia não somente informações importantes sobre as funções ou negócios a que diz respeito, como também diz muito sobre o remetente da mensagem. Estilo de escrita, formas de agradecimento e o bom uso da ferramenta transmite ao destinatário impressões sobre a personalidade de quem envia o e-mail.
“Tudo o que está vinculado ao profissional no ambiente de trabalho o representa, por isso é importante que a pessoa sempre passe uma imagem de credibilidade e comprometimento”, explica Romaly Costa, consultora de etiqueta empresarial.
Mesmo que parte da comunicação entre colegas de trabalho ou com clientes e colaboradores seja feita, hoje, também por mensagens instantâneas e telefones - e há quem use as redes sociais, o e-mail ocupa boa parcela da rotina de trabalho. Veja algumas regras de etiqueta que indicam um bom uso do e-mail corporativo:
1. E-mail corporativo só para trabalho
O e-mail trocado tem conteúdo que pode ser lido pelo seu chefe? Se a resposta for não, ele deve sair do endereço de e-mail pessoal. “Assim como as demais ferramentas de trabalho, o e-mail corporativo deve ter uso restrito para assuntos profissionais”, explica Ruth Bandeira, diretora da De Bernt Entschev Human Capital.
A diretora desencoraja o uso do e-mail corporativo para críticas ou fofocas. “Hoje em dia, o e-mail tomou o lugar do ‘cafezinho’ e as pessoas já não precisam mais levantar para comentar determinado assunto, usando o e-mail profissional para isso”, diz Ruth.
A má utilização do e-mail do trabalho pode ser causa de demissão. “É cada vez mais comum o vazamento de informações via e-mail ou mídias digitais que podem causar danos à empresa”, explica a advogada especialista em Direito Digital, Cristina Sleiman.
2. Diga sim à concisão
Ir direto ao ponto o mais rápido possível, sem deixar de fora o que é essencial. A sugestão parece fácil, mas nem sempre é lembrada na hora de explicar ao cliente um assunto delicado ou descrever um procedimento no trabalho.
No meio de tanta a coisa a ser resolvida, os e-mails mais claros e objetivos são mais eficazes para transmitir a mensagem desejada e evitam o desperdício de tempo.
3. Abraços, abs ou bjo?
A comunicação profissional deve ser, de preferência, clara e sem abreviações. Isso significa que o uso de “vc” para “você” ou “qdo” para “quando”, por exemplo, pode ser evitado.
“As abreviações podem até facilitar quando são usadas em intranet, como em sistemas de mensagens instântaneas corporativo, mas as palavras devem ser, de preferência, escritas completas nos e-mails”, sugere Ruth.
No caso de finalizar uma mensagem, a forma de cumprimento “obrigado (a)” é o mais indicado pela consultora. Para Ruth, quando há um pouco mais de intimidade, o “abraço” ou “abs” pode ser utilizado, mas o “beijo” ou “bjo” deve estar restrito ao círculo pessoal.
Leia a continuação em : http://migre.me/4bH68
Fonte : http://migre.me/4bH8z
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